12 de junho de 2015

Foi incrível.



Nunca pensei que fosse durar tanto tempo, jurei que seriam no máximo dois meses. Semana passada contei o décimo segundo mês. Já faz um ano e ainda me lembro da roupa que você usava e do perfume que escapava delas na primeira vez. Um ano e hoje eu decidi que era hora de te afastar. Hora de tirar o time de campo, por que acordei sentindo uma falta absurda das suas bobagens, querendo seus braços em volta de mim. Por que eu quis te ligar pra falar sobre o episódio de "two and a half men" que vi noite passada e como eu ri, e te dizer que só tem graça quando minha risada te acorda. Por que eu queria te contar como eu gosto da pintinha acima da sua boca, mais do que qualquer outro detalhe, em qualquer outra pessoa no mundo. E eu fiquei com medo. Você parece estar por perto o tempo todo e quando não esta, tudo que eu quero é que chegue logo. E essa falta que você faz nos momentos mais absurdos me deixa apavorada, não quero sentir. Odeio sentir. Odeio a forma como você parece me conhecer. E odeio estar te obrigando a ficar longe agora. Só queria te lembrar que esse foi um ano incrível e repetir pela última vez, se cuida.